Gestão de pricing exige foco no lucro bruto e não apenas na margem, afirma Dimas Dantas

Gestão de pricing exige foco no lucro bruto e não apenas na margem, afirma Dimas Dantas

No palco Varejo & Negócios da Super Rio Expofood (SRE), o especialista em gestão e pricing no varejo, Dimas Dantas, fez um alerta direto ao varejo supermercadista: precificar não é simplesmente aumentar preços, mas encontrar o equilíbrio entre margem, volume de vendas e geração de caixa.

Logo no início da apresentação, ele destacou um dos erros mais comuns do setor: analisar a margem de forma isolada. Segundo Dantas, não adianta vender muito com margem baixa, nem trabalhar com margem alta e baixo volume. Pior ainda, segundo ele, é quando a operação apresenta lucro no papel, mas não gera caixa suficiente para sustentar o negócio. “Essa é uma matemática simples, mas que muitas vezes é esquecida no dia a dia”, afirmou.

Ao longo da palestra, o especialista reforçou que o verdadeiro foco da precificação deve ser o lucro bruto. Em um cenário em que o consumidor está cada vez mais sensível a preço, tentar sustentar margens elevadas por meio de aumentos pode comprometer o giro. A alternativa, segundo ele, está em reduzir preços de forma estratégica para estimular o volume de compras. “Às vezes, abaixar o preço faz o cliente comprar mais e, no final, o lucro cresce”, explicou.

Outro ponto importante abordado foi a dependência do varejo em relação à concorrência, especialmente na definição de preços promocionais. Dantas chamou atenção para o fato de que o preço em oferta é, na maioria das vezes, determinado pelo mercado, enquanto o preço fora da promoção é uma decisão interna da loja. Como a maior parte das vendas acontece fora das ofertas, ele questiona por que ainda há tanto foco apenas nas ações promocionais.

Essa lógica, segundo ele, pode levar a um problema ainda maior: educar o consumidor a comprar somente em promoções. Quando há uma diferença muito grande entre o preço promocional e o preço regular, o cliente passa a evitar compras fora da oferta, prejudicando tanto a rentabilidade quanto a percepção de preço da loja. “O consumidor aprende que só vale a pena comprar na promoção, e isso destrói a estratégia de longo prazo”, alertou.

Dantas também destacou a importância de mudar o olhar do item para o carrinho completo. Para ele, o varejo precisa sair da análise isolada de produtos e passar a entender o comportamento de compra do cliente, especialmente o impacto no ticket médio. “Não importa quanto você ganha em um item específico, o que importa é o resultado final da compra”, disse.

Dentro dessa lógica, ele quebrou outro paradigma ao afirmar que, em determinadas situações, é possível vender produtos abaixo do custo de compra. O ponto de atenção, segundo ele, não está no custo do item, mas na capacidade da venda total de cobrir as despesas operacionais e gerar resultado. A estratégia consiste em utilizar produtos de alto apelo para atrair o cliente e estimular compras complementares.

A percepção de preço do consumidor também foi apontada como um fator decisivo. De acordo com o especialista, apenas uma pequena parte do sortimento é realmente sensível a preço, enquanto a maioria dos itens não entra diretamente na comparação com a concorrência. Isso abre espaço para trabalhar margens de forma mais estratégica, focando menos na “guerra de preços” e mais na construção de valor.

Além da precificação, a execução na loja também foi destaque. Dantas ressaltou que problemas como ruptura de produtos podem comprometer significativamente o faturamento, chegando a perdas relevantes. Para ele, não basta atrair o cliente: é preciso resolver sua necessidade. “Atendimento não é só tratar bem, é garantir que o cliente encontre o que veio buscar”, afirmou.

O especialista também enfatizou a importância de gestão por categorias, com metas bem definidas que orientem a operação. Segundo ele, os produtos que mais vendem são aqueles mais promovidos, o que reforça a necessidade de direcionar os esforços para itens com melhor potencial de margem e giro.

Encerrando a apresentação, Dantas reforçou um conceito que resume sua visão sobre o tema: “Venda é vaidade, margem é sanidade e caixa é realidade”. Ele explicou que muitos supermercadistas enfrentam dificuldades financeiras mesmo apresentando lucro, justamente porque esse resultado está imobilizado em estoque ou perdido em ineficiências operacionais.

Para ele, o segredo do pricing no varejo está em encontrar o preço certo, aquele que permite vender no ritmo adequado, gerar margem suficiente e garantir caixa antes do vencimento das contas. “No fim, não é sobre vender mais caro ou mais barato. É sobre vender certo”, concluiu.

Entre ruptura e estoque: onde o varejo supermercadista está perdendo dinheiro

Entre ruptura e estoque: onde o varejo supermercadista está perdendo dinheiro

A prevenção de perdas deixou de ser um tema operacional para ocupar posição estratégica dentro das empresas do varejo supermercadista. Essa foi a principal mensagem da palestra realizada no Palco Varejo & Negócios da SRE Super Rio Expofood 2026, no Riocentro, que reuniu Carlos Eduardo Santos, presidente da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), e William Lodrão, gerente de prevenção e perdas do Supermercados Princesa.

Durante o encontro, especialistas apresentaram dados, conceitos e práticas que mostram como a gestão eficiente de perdas pode impactar diretamente a rentabilidade, a competitividade e até a fidelização de clientes no setor.

“Básico bem feito” ainda é o maior desafio

Em sua apresentação, Carlos Eduardo Santos destacou que, antes de avançar para estratégias mais sofisticadas, o setor precisa dominar o que chamou de “básico bem feito”. O conceito está ligado ao controle rigoroso de indicadores essenciais da operação.

Entre os principais pontos, ele destacou quatro indicadores prioritários: perdas desconhecidas (como furtos), perdas conhecidas (avarias e vencimentos), acuracidade de estoque e ruptura.

“As perdas conhecidas representam entre 60% e 70% do total no varejo supermercadista. Já a ruptura faz com que, a cada 100 produtos procurados, 19 não sejam encontrados. Isso significa perda direta de venda”, explicou.

Segundo o executivo, o impacto é significativo: o setor pode perder entre 3% e 5% do faturamento apenas por ruptura — índice, em muitos casos, superior ao das perdas tradicionais.

Ele também ressaltou a importância da acuracidade de estoque como um dos pilares da eficiência operacional. “Um estoque confiável melhora o planejamento de compras, reduz excessos, evita rupturas e diminui perdas financeiras”, afirmou.

Perdas podem superar a margem do negócio

Outro dado que chamou atenção foi o comparativo entre perdas e margem do setor. De acordo com Carlos, em alguns formatos de loja, as perdas podem superar a margem média do varejo supermercadista.

“Em lojas de vizinhança, por exemplo, a perda chega a 3,30%, enquanto a margem média gira entre 2% e 2,5%. Isso mostra o tamanho do desafio e o quanto há de oportunidade para melhorar resultados”, destacou.

Ele reforçou que investir em prevenção de perdas não apenas reduz prejuízos, mas também abre espaço para estratégias comerciais mais agressivas. “Quem perde menos pode reduzir preços, fazer mais promoções e ganhar competitividade”, pontuou.

Impacto vai além do financeiro

Carlos também chamou atenção para o efeito em cadeia das perdas dentro da operação. Segundo ele, problemas como furtos e falhas de controle geram distorções de estoque, que levam à ruptura, perda de vendas e, em casos mais graves, à perda de clientes.

“Perder um cliente fiel pode representar até R$ 100 mil ao longo da vida. A prevenção de perdas impacta diretamente a experiência do consumidor”, afirmou.

Cultura organizacional é decisiva

Complementando a visão estratégica, William Lodrão destacou que o sucesso da prevenção de perdas depende da cultura organizacional e da integração entre áreas.

“Não adianta ter um departamento eficiente se o restante da empresa não estiver alinhado. A prevenção de perdas precisa ser responsabilidade de todos”, afirmou.

Ele defendeu que todos os colaboradores — do operador de caixa ao gestor — devem atuar como agentes de prevenção. “Quando toda a equipe entende seu papel, o resultado aparece”, disse.

Adaptação à realidade de cada empresa

Lodrão também ressaltou que não existe uma fórmula única para o setor. Segundo ele, práticas de sucesso precisam ser adaptadas à realidade de cada operação.

“O que funciona em uma multinacional pode não funcionar em uma empresa regional. É preciso ajustar processos ao tamanho, à estrutura e ao contexto do negócio”, explicou.

Apesar dos desafios, ele vê o Rio de Janeiro com alto potencial, especialmente pela capacidade dos profissionais de se adaptarem a cenários adversos. “Com menos recursos, muitas vezes conseguimos fazer mais. Isso mostra a força do setor”, afirmou.

Treinamento e controle são pilares

Entre as práticas recomendadas, Lodrão destacou a realização de inventários rotativos, o investimento contínuo em treinamento e a criação de centrais de monitoramento.

“Sem treinamento, não existe prevenção. E sem controle, você não sabe onde está o problema”, afirmou.

Ele também alertou para áreas críticas, como frente de caixa e setores perecíveis, que exigem atenção redobrada. “A perda real precisa ser conhecida. Não adianta maquiar números”, disse.

Prevenção como alavanca de resultados

A palestra deixou claro que a prevenção de perdas é uma das principais alavancas de resultado no varejo supermercadista. Mais do que reduzir prejuízos, ela contribui para aumentar margem, melhorar a experiência do cliente e fortalecer a competitividade.

“O grande desafio é conscientizar as empresas de que prevenção de perdas não é custo, é investimento estratégico”, concluiu Carlos Eduardo Santos.

Reforma tributária deve elevar custos no curto prazo e exigir adaptação do setor?

Reforma tributária deve elevar custos no curto prazo e exigir adaptação do setor?

A reforma tributária e seus impactos diretos sobre o setor de alimentação fora do lar e o varejo supermercadista estiveram no centro dos debates no Palco Varejo & Negócios da SRE Super Rio Expofood 2026, realizada no Riocentro. A palestra reuniu especialistas para discutir os efeitos práticos das mudanças no sistema de impostos, especialmente sobre preços, custos e competitividade.

O encontro foi mediado por Bruno Kazuheiro, consultor de relações institucionais da Abrasel, e contou com a participação de Marcelo Balassiano, subsecretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação da Prefeitura do Rio, e Gledon Santos, diretor geral da Aativo Advisory.

Logo no início, ao responder sobre o impacto da reforma no custo de vida e nos preços, Gledon Santos foi direto: trata-se de uma “pergunta de um milhão de dólares”. Segundo ele, no cenário macroeconômico, a tendência é de aumento de custos para o consumidor.

“O que se espera é uma repressificação. À medida que o governo combate a informalidade e a sonegação, parte desses custos que antes não apareciam passam a ser incorporados aos preços”, explicou. Ele ponderou que, embora nem toda sonegação esteja refletida nos valores finais, a maior formalização tende a pressionar o custo geral da economia.

Apesar desse cenário, o subsecretário destacou que o impacto pode variar conforme o segmento. No caso de bares e restaurantes, por exemplo, há previsão de redução de 40% na base de cálculo para itens preparados, o que pode amenizar efeitos diretos. “Se o empresário fizer o dever de casa, o impacto sobre o produto principal tende a ser menor”, afirmou.

Por outro lado, ele alertou para o efeito indireto da reforma ao longo da cadeia produtiva. “Não é só o alimento. Existe toda uma rede logística e de serviços que compõe o custo. Quando esses elos ficam mais caros, isso inevitavelmente chega ao consumidor final”, disse.

Ao abordar a promessa de simplificação do sistema tributário, Balassiano reconheceu que os efeitos ainda são incertos e dependem de diferentes cenários. Ele citou, por exemplo, a realidade de estados com incentivos fiscais, onde empresas podem enfrentar aumento de carga tributária. “Para quem já tem benefício, a tendência pode ser de elevação. Já em outros casos, pode haver até alguma redução, dependendo da estrutura da empresa e das relações comerciais”, analisou.

Na mesma linha, Gledon Santos destacou que o período de transição até 2033 deve ser marcado por maior complexidade. Segundo ele, a convivência entre o modelo atual e o novo sistema — com tributos como IBS e CBS — exigirá ainda mais organização por parte das empresas.

“Vamos viver um cenário duplo, com duas lógicas tributárias funcionando ao mesmo tempo. Isso aumenta a burocracia no curto prazo, não tem como evitar”, afirmou. Ainda assim, ele se mostrou otimista em relação ao longo prazo: “A partir de 2033, a tendência é de simplificação. Mas é importante deixar claro: simplificar não significa, necessariamente, reduzir a carga tributária”.

Gledon também ressaltou que a reforma abre espaço para oportunidades competitivas, especialmente para empresas que se prepararem melhor. “Quem fizer um bom mapeamento de fornecedores, entender sua cadeia e se adaptar mais rápido pode sair na frente. A mudança é para todos, mas nem todos vão reagir da mesma forma”, disse.

Outro ponto de atenção destacado foi o impacto sobre empresas optantes pelo Simples Nacional, especialmente aquelas que operam no modelo B2B. Segundo o especialista, a possibilidade de optar pela apuração de novos tributos pode influenciar diretamente na geração de créditos para clientes, afetando a competitividade desses negócios.

Além disso, ele alertou para o limite de faturamento do regime, que pode pressionar empresas ao longo do tempo. “Com a inflação, muitas empresas ultrapassam os limites não porque cresceram, mas porque repassaram custos. Se esses tetos não forem atualizados, o cenário tende a ficar mais desafiador”, explicou.

A discussão reforçou que, embora a reforma tributária traga avanços estruturais, o setor de alimentação fora do lar e o varejo supermercadista precisarão de planejamento e adaptação para lidar com seus efeitos — especialmente no curto e médio prazo.

Delivery próprio ou marketplaces? Especialista aponta caminhos e alerta para dependência de plataformas

Delivery próprio ou marketplaces? Especialista aponta caminhos e alerta para dependência de plataformas

A escolha entre operar um delivery próprio ou terceirizar por meio de marketplaces foi tema de debate no Palco Varejo & Negócios da SRE Super Rio Expofood 2026, realizada no Riocentro. A palestra foi conduzida por Rafael Ribeiro, fundador e CEO da Jotajá, que apresentou estratégias práticas para aumentar vendas e reduzir a dependência de plataformas intermediárias.

Durante a apresentação, o especialista chamou atenção para um dos principais riscos do modelo baseado exclusivamente em marketplaces: a chamada “guerra de cupons”. Segundo ele, embora os descontos agressivos possam impulsionar vendas no curto prazo, o efeito no longo prazo tende a ser negativo.

“Essa chuva de cupons acostuma o cliente a comprar só com desconto. É o ‘cliente cuponzeiro’, que não tem fidelidade com a marca”, afirmou. Para Ribeiro, o cenário pode levar à concentração de mercado, reduzindo a competitividade. “O perigo é, no fim dessa guerra, sobrar um ou dois players e voltarmos a um ambiente monopolizado”, alertou.

Como contraponto, ele citou o modelo dos Estados Unidos, onde há maior equilíbrio entre plataformas. “Lá existem vários marketplaces fortes, o que torna a disputa mais saudável para todos — principalmente para quem vende”, disse.

Estratégia multicanal é o caminho

Ao longo da palestra, Ribeiro destacou que a decisão entre delivery próprio ou terceirizado não deve ser excludente, mas estratégica. Ele apresentou 12 canais de tração que podem ser utilizados por negócios de alimentação e varejo supermercadista para ampliar vendas e fortalecer a marca.

Entre eles, o especialista destacou o uso de canais orgânicos como redes sociais e, principalmente, o Google. “Pouca gente explora bem o Google Meu Negócio, que é uma ferramenta gratuita e com enorme potencial. O Google tem dados e audiência suficientes para entrar forte no segmento de food”, afirmou.

Outro ponto enfatizado foi a importância da mídia offline. “Panfleto ainda funciona, desde que seja feito com estratégia. Quando você acerta o público, o retorno vem”, explicou.

Base de clientes é o maior ativo

Ribeiro também reforçou que o maior ativo de um negócio é sua própria base de clientes. Segundo ele, investir em CRM (gestão de relacionamento) é essencial para aumentar a recorrência de pedidos.

“O cliente mais fácil de vender é aquele que já comprou de você. Hoje existem ferramentas que permitem entender o comportamento de compra e ativar esse cliente de forma automatizada”, destacou.

Ele citou exemplos de ações personalizadas, como envio de ofertas direcionadas por WhatsApp e campanhas segmentadas nas redes sociais, aumentando a taxa de conversão e o ticket médio.

Tráfego pago exige operação estruturada

O uso de tráfego pago também foi abordado como ferramenta relevante, mas com um alerta: só funciona bem quando a operação está organizada. “Se a operação é ruim, investir em tráfego pago é como jogar água em balde furado”, afirmou.

Além disso, o especialista recomendou atenção na escolha de profissionais para gestão dessas campanhas. “Fazer de qualquer jeito não traz resultado. É preciso estratégia e conhecimento técnico”, pontuou.

Influência local e parcerias ganham força

Entre as tendências, Ribeiro destacou o crescimento do uso de nano e microinfluenciadores — perfis com forte influência local, mesmo com poucos seguidores. “Eles têm credibilidade no bairro e muitas vezes aceitam permuta. É uma estratégia de baixo custo e alto impacto”, explicou.

Parcerias com negócios da região também foram apontadas como oportunidades. “Barbearias, academias, farmácias… trocar base de clientes é uma forma inteligente de crescer”, disse.

O desafio da mão de obra

Outro ponto crítico abordado foi a gestão de pessoas. Segundo Ribeiro, a escassez de mão de obra, especialmente entre os mais jovens, já impacta o setor e tende a se intensificar.

“A geração Z tem muitas opções e não quer ficar presa a rotinas de fim de semana. O negócio que vai prosperar é aquele cujo dono tiver maior capacidade de gerir pessoas”, afirmou.

Ele defendeu a criação de programas de incentivo para engajar equipes, incluindo bonificações por desempenho e participação nos resultados. “O colaborador precisa entender que, quanto mais o negócio vende, mais ele ganha também”, destacou.

Caminho passa por independência gradual

Por fim, Ribeiro reforçou que marketplaces continuam sendo importantes para aquisição de clientes, mas não devem ser o único canal de vendas. “Quem compra por essas plataformas não é seu cliente, é cliente do marketplace. O desafio é trazer esse consumidor para o seu canal próprio”, concluiu.

A palestra evidenciou que o equilíbrio entre canais, o uso inteligente de dados e o fortalecimento da relação com o cliente são fatores decisivos para o sucesso do delivery no cenário atual — tanto para o setor de alimentação fora do lar quanto para o varejo supermercadista.

SRE – Super Rio Expofood começa nesta terça com presença de autoridades na solenidade de abertura, posse internacional e campeão mundial no palco

SRE – Super Rio Expofood começa nesta terça com presença de autoridades na solenidade de abertura, posse internacional e campeão mundial no palco

A 36ª edição da SRE – Super Rio Expofood começa nesta terça-feira (17), no Riocentro, na Barra da Tijuca, com cerimônia oficial de abertura às 13h, reunindo autoridades municipais, estaduais e federais, além de lideranças do varejo e do food service.

Estão previstas as presenças do governador Cláudio Castro, do prefeito Eduardo Paes, do vice-prefeito Eduardo Cavaliere, dos deputados federais Pedro Paulo e Otoni de Paula, do presidente da Câmara Municipal, Carlo Caiado, do vereador Rafael Aloisio Freitas, do presidente da Riotur, Bernardo Fellows, do secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, e da secretária municipal de Turismo, Daniela Maia, acompanhada do subsecretário Bruno Mattos.

Durante a solenidade, o presidente da ASSERJ e diretor da SRE, Fábio Queiróz, tomará posse na presidência da ALAS — Associação das Américas de Supermercados, para o biênio 2026-2027.

Convenção das Américas estreia com o campeão mundial Bebeto
Logo após a solenidade de abertura, a programação segue na Convenção das Américas, espaço reservado aos keynotes do evento. Às 16h, será realizado o painel “A Tática do Campeão: Liderança, Disciplina e Gestão de Egos”, com o ex-jogador Bebeto, campeão mundial de 1994, com mediação do apresentador Getulio Vargas, encerrando o primeiro dia com debate sobre liderança e gestão de equipes.

Segundo o presidente da Riotur, Bernardo Fellows, o evento reforça o calendário oficial da cidade: “A realização da Super Rio Expofood consolida o Rio como destino de grandes eventos de negócios e fortalece a economia local”.

Conteúdos técnicos nos palcos Expertise Varejo & Negócios
No palco SRE Expertise – Varejo & Negócios, a programação começa às 15h com o painel “Olhar da defesa do consumidor nas abordagens: o que busca através das denúncias”, com o secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, e a diretora de fiscalização do Procontur, Elisa Freitas.

Em seguida, o advogado tributarista Mozarth Wierzchowski apresenta a palestra “Impactos da reforma tributária nos supermercados”, seguida do painel sobre os efeitos da reforma no setor de alimentação fora do lar e supermercados, com Bruno Kazuheiro, Marcelo Balassiano, Longo Gudiño e Gledon Santos. O dia inclui ainda palestra sobre delivery próprio, com Rafael Ribeiro, da Jotajá, e debate sobre prevenção de perdas com Carlos Eduardo Santos e William Lodrão.

Palco Expertise Sabores & Ideias apresenta temas estratégicos
No palco SRE Expertise – Sabores & Ideias, a programação começa às 15h com o painel “Panorama da Gastronomia no RJ: cenário econômico, oportunidades e crescimento do setor”, com o subsecretário Tiago Moura, da JUCERJA. Às 16h, haverá apresentação sobre crédito e financiamento para negócios gastronômicos, com AgeRio e Sebrae, seguida de painel sobre políticas públicas para a gastronomia. À noite, a programação aborda formalização e ambiente regulatório, com participação da Comissão de Gastronomia da OAB/RJ.

Já no Gourmet Show, as atividades começam às 14h30, com apresentações de chefs e aulas-show ao longo do dia, incluindo participações da chef Maristella Sodré, apresentação do Mesa Brasil Sesc, aula da chef Paula Marques, demonstração do chef João Lucas e aula-show do chef francês Ramão Hendrischky, com técnicas da cozinha tradicional.

Mais informações:
https://asserj.com.br/
http://basepromocoes.com.br/

Combate à fome é pauta na SRE em painel com Padre Omar, David Hertz e mediação de Fábio Queiróz

Combate à fome é pauta na SRE em painel com Padre Omar, David Hertz e mediação de Fábio Queiróz

O impacto dos supermercados na criação de comunidades mais justas será tema de um dos debates mais importantes e humanizados da Convenção das Américas, durante a 36ª SRE Super Rio Expofood, realizada no Riocentro de 17 a 19 de março. Com o tema “Muito Além da Gôndola: O Papel do Varejo na Segurança Alimentar e o alimento como transformação e dignidade”, o painel que acontece na próxima quinta-feira, às 15h, reúne lideranças que enfrentam diretamente a fome e o desperdício, além de promoverem a inclusão social por meio da alimentação. A mediação será do presidente da ASSERJ e da ALAS, Fábio Queiróz, que conduz a conversa com o reitor do Santuário Cristo Redentor, Padre Omar, e com o chef, empreendedor social e cofundador da Gastromotiva, David Hertz.

O debate parte de um cenário que exige mobilização de todos. Em pesquisa do programa Brasil Sem Desperdício, divulgada pela WWF-Brasil em fevereiro, apenas 1% dos brasileiros aponta o desperdício de alimentos como um dos principais problemas do país, embora 59,9% afirmem se preocupar com o tema. O levantamento também revela que 57,2% da população se mostra desengajada, mesmo quando relaciona o desperdício à fome. Para 93,9% dos entrevistados, desperdiçar alimentos significa perder dinheiro, o que evidencia que o tema ainda é tratado mais pelo impacto econômico.

Nesse contexto, o setor supermercadista tem papel estratégico, tanto na redução do desperdício quanto no apoio a iniciativas sociais que garantem acesso à alimentação. Segundo Fábio Queiróz, a atuação do varejo supermercadista vai além da atividade comercial, se conectando diretamente com o dia a dia das comunidades. O painel se propõe a mostrar como parcerias, aproveitamento de alimentos, redução de desperdícios e programas de conscientização contribuem para o enfrentamento à insegurança alimentar.

Um dos convidados, o Padre Omar, é reconhecido por coordenar ações sociais ligadas ao Santuário Cristo Redentor, que mantém parcerias permanentes de combate à fome e apoio a famílias em vulnerabilidade. Entre as iniciativas estão campanhas de arrecadação de alimentos, distribuição de refeições, apoio a mais de 100 projetos e programas como o “Amigos do Redentor” e o “Natal Sem Fome”.

Também participa do encontro David Hertz, chef de cozinha e cofundador da Gastromotiva, organização que desde 2006 utiliza a gastronomia como ferramenta de transformação social. Ao longo de sua trajetória, o projeto já impactou mais de 2,6 milhões de pessoas, proporcionou mais de 5,4 milhões de refeições, capacitou cerca de 10 mil alunos e atuou em mais de 160 comunidades no Brasil e no exterior.

“O futuro da alimentação não depende só do que produzimos, mas de como distribuímos, valorizamos e garantimos que ninguém fique fora da mesa (…) a Gastromotiva atua para que pessoas em comunidades vulneráveis tenham oportunidade e prosperidade. Essa discussão na SRE é fundamental para o futuro do varejo supermercadista”, destaca David Hertz.

A presença das três lideranças reforça a proposta da Convenção das Américas de discutir o futuro do varejo abastecedor sob uma perspectiva mais ampla, conectada às demandas sociais e à sustentabilidade. O painel convida empresários, profissionais do setor e o público do evento a refletirem sobre como o supermercado, presente no cotidiano da população, pode ser agente ativo na promoção da dignidade e no combate ao desperdício.

36ª SRE – Super Rio Expofood projeta superar US$ 1,8 bilhão em negócios e ampliar presença internacional

36ª SRE – Super Rio Expofood projeta superar US$ 1,8 bilhão em negócios e ampliar presença internacional

Reconhecida como uma das principais plataformas B2B das Américas para o varejo supermercadista e o food service, a 36ª edição da SRE – Super Rio Expofood será realizada entre os dias 17 e 19 de março de 2026, no Riocentro, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A expectativa é superar a marca de US$ 1,8 bilhão em negócios gerados na edição anterior.

Com o tema “Além do essencial: o encontro que move as Américas”, o evento é promovido pela Associação dos Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) e pela Base Eventos, e irá ocupar quase 50 mil m² nos pavilhões 3 e 4 do Riocentro e reunirá mais de 750 marcas expositoras — crescimento de 50% em relação à edição anterior — além de público estimado superior a 78 mil visitantes qualificados.

Foco em geração de negócios e expansão internacional
A edição de 2026 acontece em um momento estratégico para o setor. Durante a Convenção das Américas, será oficializada a posse do Presidente da ASSERJ e diretor da SRE, Fábio Queiróz na presidência da ALAS (Associação das Américas de Supermercados) para o biênio 2026–2027, reforçando o posicionamento internacional da SRE. 

“Assumir a presidência da ALAS amplia a responsabilidade e também o alcance da Super Rio Expofood. Estamos consolidando o evento como um hub continental de negócios e conteúdo estratégico para o varejo e o food service. Nossa meta é superar os US$ 1,8 bilhão em negócios gerados e fortalecer ainda mais a integração entre os mercados das Américas”, afirma Queiróz.

Para Jerônimo Vargas, diretor da SRE e da Base Eventos, o crescimento da feira é resultado direto da profissionalização do setor e da maturidade do mercado.

“A Super Rio Expofood evoluiu de feira setorial para uma plataforma estruturada de geração de negócios. Trabalhamos com inteligência comercial, curadoria de público qualificado e ferramentas tecnológicas que potencializam conexões reais entre indústria e varejo. O crescimento no número de marcas expositoras e a projeção de negócios mostram a força econômica do setor e a capacidade da feira de impulsionar resultados concretos”, destaca Jerônimo Vargas.

Tecnologia e inteligência de dados aplicadas ao evento
Desenvolvida para oferecer uma experiência mais fluida e conectada, a edição deste ano traz novidades em tecnologia desde o acesso, com reconhecimento facial do público, até a inclusão da IA no aplicativo oficial do evento, capaz de:

  • sugestões personalizadas de conteúdo
  • organização inteligente de agendas
  • conexão estratégica entre compradores e expositores 

O objetivo é otimizar tempo, qualificar reuniões e ampliar conversões comerciais durante os três dias.

Convenção das Américas reúne nomes de peso nos debates mais amplos do mercado
A Convenção das Américas concentrará os keynotes internacionais e a programação institucional. Entre os nomes confirmados estão: 

Henrique Fogaça, chef, empresário e jurado do MasterChef Brasil, Henrique Fogaça. Reconhecido por sua postura firme, disciplina e busca constante pela excelência, Fogaça construiu uma trajetória de sucesso à frente de restaurantes premiados e marcas consolidadas na gastronomia. Sua participação leva ao evento reflexões sobre empreendedorismo, gestão e cultura de resultado, inspirando empresas e equipes a desenvolverem atitude, identidade e performance em diferentes cenários.

Felipe Theodoro, fenômeno das redes sociais, que soma 6,7 milhões de seguidores e acumula uma década de experiência no varejo, com atuação como vendedor e gerente de loja. Conhecido pelo bom humor e irreverência, Theodoro ganhou notoriedade ao criar personagem que gera forte identificação com seu público. Recentemente, foi reconhecido pela Forbes como um dos Top Creators do Brasil. E na Convenção das Américas irá falar sobre as técnicas de venda que captam grandes clientes.

Fabrício Carpinejar, o grande jornalista e escritor também integra a programação da SRE 2026. Com vasta experiência em rádio e televisão, cronista dos jornais Zero Hora e O Tempo, além de influenciador digital com mais de 10 milhões de seguidores, Carpinejar soma cerca de 53 livros publicados e 1 milhão de exemplares vendidos. No evento, promete provocar o público com reflexões e novos olhares sobre comportamento, comunicação e futuro.

Chris Rynning, sócio-gerente da AMYP Ventures, family office da Piëch/Porsche, com sede em Zug, na Suíça. Especialista em investimentos, criptomoedas e Inteligência Artificial, Rynning é autor de diversos livros sobre o tema e trará uma visão estratégica sobre o uso da tecnologia para otimizar processos de produção, atendimento e eficiência econômica no varejo.

Bebeto, ex-jogador e campeão da Copa do Mundo de 1994 com a Seleção Brasileira, é um dos grandes nomes do futebol. Reconhecido por sua liderança, disciplina e espírito de equipe, construiu uma carreira marcante dentro e fora dos campos. Na SRE, compartilhará experiências sobre superação, trabalho em equipe e liderança, conectando aprendizados do esporte de alto rendimento ao ambiente corporativo.

Ao lado do ex-jogador estará o apresentador Getulio Vargas, o GV, um dos principais expoentes da comunicação esportiva no Brasil. Além de sua atuação no programa “Os Donos da Bola”, na Band, ele é reconhecido como especialista na criação de projetos de sucesso e será mediador na Convenção das Américas.

SRE Expertise garante conteúdo estratégico em dois palcos temáticos

Nesta 36ª edição do evento ganhará dois novos palcos chamados SRE Expertise e terão foco em temáticas como Sabores & Ideias e Varejo & Negócios. Com um foco técnico e aplicado trará especialistas para conversas mais direcionadas e intimistas com empresários de bares, restaurantes, supermercados, panificadores, nutricionais e food service, com trilhas dedicadas a:

  • Inteligência Artificial no varejo
  • Retail Media
  • Marcas próprias
  • Prevenção de perdas
  • Gestão e eficiência operacional
  • Open Delivery
  • Empreendedorismo Gastronômico

Novidades na área de negócios
Entre as novidades de 2026 podemos destacar: 

ASSERJ HUB, o projeto, lançado no Conecta Varejo no Rio Innovation Week, chega à SRE para promover a conexão entre supermercadistas, representantes do food service, profissionais do agronegócio e indústria às startups. Ao todo, 30 startups apresentarão soluções voltadas para esses segmentos.

Salão ABIMAQ, espaço que reúne empresas associadas especializadas em maquinário e soluções tecnológicas para bares, restaurantes e panificadoras. Serão expostos equipamentos para cozinhas profissionais, indústrias de alimentos, bares, restaurantes, redes de alimentação, hotéis e serviços de catering. O Salão ABIMAQ fortalece a visibilidade das marcas, gera oportunidades comerciais diretas e posiciona os fabricantes como parceiros estratégicos para o crescimento e modernização do setor.

Agro Made in Rio, espaço concebido para valorizar a produção agrícola e agroindustrial do Estado do Rio de Janeiro em um ambiente real de mercado, integrando exposição, venda e relacionamento comercial, conectando empresários do agronegócio, pequenos produtores e iniciativas públicas e privadas. Haverá um showroom de produtos destinado à apresentação qualificada das marcas e soluções fluminenses, ampliando a visibilidade e o posicionamento junto aos principais players do setor, o espaço contempla área dedicada a rodadas de negócios, estimulando encontros comerciais.

Gourmet Show, que reúne chefs renomados, workshops e aulas-show que conectam técnica, criatividade e visão de mercado, funciona como vitrine de tendências e gerador de negócios dentro da feira. Sua programação apresenta diversos chefs qualificados contando seus segredos de preparo e lançamento de produtos da indústria de alimentação.

Estrutura ampliada e marcas confirmadas
Serão 750 marcas expositoras, com ativações e lançamentos voltados a supermercados, bares, restaurantes, padarias, hotéis, confeitarias, lojas de conveniência e setor pet.

O evento conta com o Patrocínio Ouro de Marquespan, Seara, Friboi; Patrocínio Prata de Coca-Cola Andina e Grupo Petrópolis, seguido por Ambev, Governo Federal, Nestlé, Scanntech, Café L’Or, Catálise, Minerva Foods, Heineken e Ticket Edenred, GLP Gás, Chinezinho, Alcalá Cozinhas Profissionais, Olaplastic, com a parceria institucional da ABRASEL e da Jotajá, coparticipação do SESC-Rio e parceria estratégica da PESAGRO-Rio – Governo do Estado do Rio de Janeiro. Atuam como parceiros de mídia  Grupo Coruja, R2OHH e Kallas.

“A cada edição elevamos o nível da experiência e ampliamos o impacto econômico da feira. Nosso compromisso é entregar um ambiente de negócios mais eficiente, mais tecnológico e mais estratégico para todos os players do setor”, reforça Fábio Queiróz.

Serviço:
Evento: 36ª SRE – Super Rio Expofood
Data: 17 a 19 de março de 2026
Local: Riocentro, Barra da Tijuca – Rio de Janeiro
Horários: das 14h às 22h (até 21h no dia 19)
Celular: (21) 983579358 | Paula Vieira
Mais informações: https://asserj.com.br/super-rio-expofood/

Sobre a ASSERJ
Fundada em 1969, a Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro tem como missão fortalecer e defender o setor supermercadista. Há mais de cinco décadas, oferece cursos, palestras, consultorias e assessorias jurídicas, além de iniciativas focadas em gestão, marketing e prevenção de perdas. 

Sobre a Base Eventos
Com mais de 35 anos de experiência, a Base Eventos é referência na organização de eventos nacionais e internacionais de grande porte. A empresa se destaca por integrar criatividade, inovação e excelência técnica para promover o desenvolvimento de diferentes segmentos por meio de seus projetos.

Conheça os keynotes da 36ª SRE – Super Rio Expofood

Conheça os keynotes da 36ª SRE – Super Rio Expofood

Melhor evento B2B das Américas voltado ao varejo supermercadista, food service, indústrias e fornecedores, a 36ª edição da SRE – Super Rio Expofood acontece nos dias 17, 18 e 19 de março, no Riocentro, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Promovido pela ASSERJ e pela Base Eventos, com parceira institucional da ABRASEL e da Jotajá, coparticipação do SESC-Rio e parceria estratégica da PESAGRO-Rio, o evento integra o calendário oficial da cidade e se consolida como uma das maiores plataformas de geração de negócios, conteúdo estratégico e relacionamento no setor. Nesta edição, além das oportunidades comerciais, o público terá acesso a um time de keynotes de destaque, com trajetórias que inspiram e conteúdos voltados aos desafios reais do varejo.

Durante três dias, mais de 78 mil pessoas devem passar pelos mais de 50 mil m² dos pavilhões 3 e 4. A expectativa é superar a marca de US$ 1,8 bilhão em negócios gerados na última edição. Desenvolvida para oferecer uma experiência mais fluida e conectada, a 36ª SRE traz novidades em tecnologia desde o acesso ao evento e será marcada pela posse do presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, como líder da Associação das Américas de Supermercados (ALAS) para o biênio 2026-2027, em cerimônia que contará com representantes de diversas nações. Além disso, a Convenção das Américas receberá grandes nomes para as palestras. Nesta edição, a plenária será exclusiva aos keynotes do evento. Confira quem são e o que o público poderá aprender com eles.

Henrique Fogaça: disciplina e motivação direto do fogão
Entre os confirmados está o chef, empresário e jurado do MasterChef Brasil, Henrique Fogaça. Reconhecido por sua postura firme, disciplina e busca constante pela excelência, Fogaça construiu uma trajetória de sucesso à frente de restaurantes premiados e marcas consolidadas na gastronomia.

Além da gastronomia, ele é vocalista da banda de hardcore Oitão e atua em causas sociais, como o Chefs Especiais, voltado à capacitação de pessoas com síndrome de Down, e o Gastromotiva, que prepara pessoas em situação de vulnerabilidade para o mercado de trabalho na cozinha. Autor dos livros Chef Hardcore e O Mundo do Sal, leva à SRE reflexões sobre empreendedorismo, gestão, liderança e cultura de resultado, mostrando como disciplina, identidade e determinação podem transformar negócios, inclusive no varejo.

Felipe Theodoro: do balcão do varejo para as redes sociais
Outro destaque é Felipe Theodoro, que se tornou um fenômeno das redes sociais e hoje soma quase 10 milhões de seguidores. Formado em Publicidade e Propaganda, é criador do workshop “Bora Bater a Meta?”, iniciativa que inspira vendedores e equipes a obterem melhores resultados.

Conhecido pelo bom humor e irreverência, ganhou notoriedade ao criar personagens que geram forte identificação com o seu público. Recentemente, foi reconhecido pela Forbes como um dos Top Creators do Brasil.

Com base em sua vivência de uma década de experiência no varejo, Theodoro leva para o palco cases reais, estratégias práticas e insights de alto impacto, conectando entretenimento e performance de vendas. Como influenciador, ele também reflete sobre sua posição de responsabilidade como quem convence as pessoas de que um produto realmente será agregador. Para supermercadistas e equipes comerciais, sua palestra dialoga diretamente com metas, posicionamento e resultados no ponto de venda.

Fabrício Carpinejar: novos olhares sobre gente e gestão no varejo
O escritor, poeta, cronista e jornalista Fabrício Carpinejar também integra a programação da SRE 2026. Com vasta experiência em rádio e televisão, cronista dos jornais Zero Hora e O Tempo, além de influenciador digital com mais de 10 milhões de seguidores, soma mais de 50 livros publicados e 1 milhão de exemplares vendidos.

Autor de sucessos como Cuide dos Pais Antes que Seja Tarde e Manual do Luto, conquistou o Prêmio Jabuti pelo livro Canalha!, de 2008. No evento, promete provocar o público com reflexões e novos olhares sobre comportamento, comunicação e futuro, abordando temas como criatividade, ética corporativa, superação, propósito, motivação, produtividade, inteligência emocional, transformação e desenvolvimento, assuntos diretamente ligados à gestão de pessoas no varejo.

Chris Rynning: uso da Inteligência Artificial com responsabilidade
Completando o time de keynotes, o evento recebe Chris Rynning, sócio-gerente da AMYP Ventures AG, parte do Family Office Piëch/Porsche, com sede em Zug, na Suíça. Especialista em Inteligência Artificial, investimentos e criptomoedas, Rynning é autor de diversos livros sobre o tema e trará ao público uma visão estratégica sobre o uso responsável das novas tecnologias.

Co-fundador da Umanitek , foi presidente da empresa e dedicou mais de 15 anos ao estudo da convergência de dados, IA e Web3 (Blockchain/DKG). Está entre os primeiros investidores de empresas como Scout Drone Inspection, voltada à robótica, e Wireless Bluetooth Speakers, de tecnologia de áudio. Com experiência profissional na China e nos Estados Unidos, tornou-se especialista no setor financeiro e em inovação. Ao mesmo tempo em que lidera iniciativas relacionadas à tecnologia, alerta para a necessidade de seu uso consciente.

Bebeto: liderança, disciplina e gestão de egos na tática de um campeão
Campeão da Copa do Mundo de 1994 e medalhista olímpico, Bebeto se tornou referência em liderança, disciplina e superação dentro e fora dos campos. Reconhecido por sua trajetória esportiva, José Roberto Gama de Oliveira inspira equipes a transformarem desafios em resultados com planejamento estratégico e resiliência, mesmo sob pressão. 

Em sua apresentação, Bebeto conectará a experiência do futebol e do esporte olímpico à motivação e trabalho em equipe necessários no mundo dos negócios para alcançar uma gestão de alto nível capaz de ampliar o engajamento, os resultados e a produtividade das empresas. 

Ao lado do ex-jogador, o apresentador Getúlio Vargas, o GV, se apresenta como um dos principais expoentes da comunicação no Brasil. Além de sua atuação no programa “Os Donos da Bola”, na Band, ele atuará como mediador e especialista na criação de projetos de sucesso.

Em sua 36ª edição, a SRE – Super Rio Expofood reunirá 750 marcas expositoras, o equivalente a 50% a mais do que na edição anterior, apresentando lançamentos, soluções e inovações voltadas a supermercadistas e demais segmentos. Com foco em negócios e conteúdo estratégico, o evento reforça seu papel como ponto de encontro essencial para quem quer entender tendências, aprimorar gestão e fortalecer resultados no varejo.

Os ingressos e inscrições para a 36ª Super Rio Expofood estão disponíveis em: https://sretradeshow.com.br/inscricoes/.

Nos vemos na SRE!

Conservas Olé leva sabores tradicionais ao maior evento de negócios do setor alimentício das Américas

Conservas Olé leva sabores tradicionais ao maior evento de negócios do setor alimentício das Américas

A Conservas Olé, uma das marcas mais tradicionais do mercado, participa da 35ª edição do Super Rio Expofood, um dos maiores eventos de negócios da América Latina no segmento alimentício. Com um estande no Pavilhão 4 (Stand H45), a marca oferece uma seleção especial de produtos, destacando-se pelas inovações e pela qualidade que conquistou ao longo de seus mais de 55 anos de
história. Entre as delícias, os famosos Tomate Pelado em forma de bruschetta e o Milho Verde com manteiga, duas das especialidades da marca, sinônimo de sabor e tradição.


A participação da Olé no Riocentro convida os participantes a conhecerem mais sobre seus produtos que fazem parte da mesa de muitas famílias brasileiras. A marca, que tem unidades fabris em Pelotas (RS) e Morrinhos (GO), também aproveita a oportunidade para reafirmar seu compromisso com a inovação, apresentando sua mais recente tecnologia de produção de Tomate Pelado, com um processo 100% italiano, um marco para a indústria no Brasil e na América Latina. A empresa também promete novidades para quem acompanhar suas redes sociais (@conservasoleoficial).


O Super Rio Expofood 2025 é a principal vitrine de negócios do setor alimentício nas Américas, reunindo empresas do ramo de alimentos e bebidas, além de grandes líderes e inovadores do setor. Organizado pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) e pela Base Eventos, o evento conta com mais de 50 mil metros quadrados de exposição, reunindo mais de 68 mil visitantes ao longo de três dias. A feira projeta ultrapassar os R$ 4,2 bilhões em negócios gerados na edição anterior, além de se tornar palco de palestras e conteúdos dinâmicos para promover o desenvolvimento do setor.

A participação da Olé no evento reforça a importância de marcas como a sua no fomento ao setor alimentício e ao desenvolvimento de novas tendências e tecnologias. Renata Auricchio, diretora-executiva da Conservas Olé, destaca a importância da participação no Super Rio Expofood: “Este é um evento fundamental para nossa marca, pois não apenas nos permite apresentar nossos produtos a um público qualificado, mas também reforça nosso compromisso com a inovação e com a qualidade. A Olé se orgulha de ser parte de uma história de 55 anos no Brasil, e eventos como esse são essenciais para continuarmos crescendo e inovando, sempre com o objetivo de levar o melhor para nossos consumidores, ressalta”.

Selmi amplia produção e fortalece presença no mercado de biscoitos na Super Rio Expofood

Selmi amplia produção e fortalece presença no mercado de biscoitos na Super Rio Expofood

A empresa terá como destaque a diversidade de biscoitos oferecidos pelas marcas Renata, Galo e Todeschini

A Selmi, responsável pelas marcas Renata, Galo e Todeschini, é uma das cinco maiores fabricantes de biscoitos do Brasil, e marcará presença na 35ª edição da Super Rio Expofood, o mais inovador evento de negócios das Américas, que acontece entre os dias 18 e 20 de março, no Riocentro, no Rio de Janeiro. Durante a feira, a empresa apresentará as novidades do portfólio de suas marcas, destacando sua constante evolução e compromisso com qualidade e inovação.

Nos últimos anos, a Selmi vem investindo fortemente na ampliação de sua capacidade produtiva. Recentemente, a empresa expandiu sua fábrica em Sumaré (SP), aumentando em 43% a produção de biscoitos, que passou de 7.000 para 10.000 toneladas mensais. Com uma nova área, com mais 9.000 m², foram instaladas as novas linhas de produção de biscoitos laminados e wafers, com tecnologia de ponta, mais moderna e eficiente. Um dos destaques dessa ampliação é a nova linha de biscoitos laminados, uma máquina Imaforni, a maior do mundo, com capacidade para produzir mais de 6.000 kg por hora, utilizando um forno de 127 metros e múltiplos sistemas de aquecimento.

Esses avanços acompanham o crescimento do mercado brasileiro de biscoitos, que segue em alta. Em 2023, o setor de biscoitos e massas faturou um recorde de R$ 70,4 bilhões, de acordo com dados da ABIMAPI, com os biscoitos representando R$ 32,5 bilhões e um consumo de 1,5 milhão de toneladas.

Para a Super Rio Expofood 2025, a Selmi preparou um estande moderno e dinâmico, com uma área de 100 m². No espaço, as principais inovações do portfólio da empresa estarão em destaque nas vitrines exclusivas. A marca Renata apresentará sua linha completa de biscoitos laminados, recheados e crackers, reforçando sua identidade com a campanha oficial “Croq, Re-croq”.

Um dos destaques no evento é o Biscoito Renata Maizena Chocolate, uma combinação entre a textura leve e crocante do tradicional biscoito Maizena e o sabor intenso do chocolate. Com a qualidade e tradição da marca Renata, esse biscoito promete encantar os paladares e tornar a experiência do evento ainda mais especial.

Outro lançamento recente da marca é o Biscoito Renata Cristal, que chegou para surpreender os paladares com uma experiência única. Com uma crocância irresistível e o equilíbrio perfeito entre doçura e leveza, esse cracker caramelizado, coberto por delicados cristais de açúcar, promete transformar cada momento em algo extraordinário.

Já a Todeschini, marca que celebra 140 anos de tradição em 2025, trará ao evento seu legado de qualidade e inovação. A empresa apresentará sua linha de biscoitos, com foco na diversificação de sabores e excelência dos produtos. Essa participação reforça o compromisso da Todeschini em proporcionar experiências gastronômicas diferenciadas e atender às crescentes demandas do mercado. 

Entre os lançamentos da Todeschini, destacam-se deliciosas opções para os amantes de biscoitos: a rosquinha de chocolate, o amanteigado de chocolate e o laminado Cristal. Cada um deles promete uma experiência única de sabor, combinando texturas irresistíveis e ingredientes de alta qualidade.

“A Super Rio Expofood é uma vitrine essencial para apresentarmos nossas inovações e fortalecermos nosso relacionamento com clientes e parceiros. Estamos preparados para oferecer uma experiência diferenciada e destacar a qualidade dos produtos Selmi”, afirma Marcelo Guimarães, diretor comercial da Selmi.

Tradição

Além de todo portfólio de biscoitos, a Selmi também destacará a diversidade das linhas de massas das marcas Renata, Galo e Todeschini, que possuem diversos cortes, tamanhos, ingredientes e propriedades alinhadas com os mais diversos hábitos e necessidades alimentares. 

“As massas são a base da história da Selmi e estamos em constante busca por inovação  para manter nossa tradição, ao mesmo tempo em que atendemos às novas demandas dos consumidores, garantindo qualidade e sabor em cada produto” diz Guimarães.

Com atrações como a Convenção das Américas, o SRE Cast, a Gourmet Show Arena e o Espaço Agro, a Super Rio Expofood 2025 tem a expectativa de superar os 68 mil visitantes e movimentar mais de R$ 4,2 bilhões em negócios, gerando cerca de 8 mil empregos. A presença da Selmi reforça sua posição como referência no setor e sua aposta no crescimento do mercado de biscoitos no Brasil.

Serviço

35ª edição da Super Rio Expofood

18, 19 e 20 de março de 2025

Endereço: Riocentro.  Avenida Salvador Allende, 6555 – Rio de Janeiro/RJ.

Mais informações: https://sretradeshow.com.br/ 
Sobre a Selmi:  São 137 anos de tradição, conquistando a preferência do consumidor com diversos tipos e cortes de massas, farinhas especiais, biscoitos, bolos, bolinhos, mistura para bolos e azeites – por meio das marcas Renata, Galo e Todeschini. A receita é de sucesso: matérias-primas selecionadas, tecnologia de ponta e controle rigoroso. O resultado é a produção de centenas de toneladas por dia, sempre mantendo a receita da legítima massa italiana, que era seguida por Adolpho Selmi, o fundador da companhia, em 1887. A empresa possui hoje modernas fábricas em Sumaré (SP) e Rolândia (PR), além de maquinário e engenharia de produção de primeiro mundo – com a capacidade de expandir sua estrutura física, sem interromper a produção.